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ENFIM, O ANO COMEÇA!
Como dizem por aí o ano só começa depois do Carnaval.
Portanto, essa é a hora das minhas resoluções de ano novo:
- Não vou mais deixar ninguém se intrometer na minha vida. Eu faço o que quero e assumo as conseqüências disso.
- Vou sim ficar indignada com atitudes, consideradas modernas por alguns, mas que eu não acho nenhuma graça.
- Vou sim perdoar quem eu acho que devo.
- Vou parar de fumar hoje.
- Vou manerar na cerveja, porque o álcool começa a me comprometer.
- Vou ajudar alguém muito querido a também manerar na cerveja porque assim resolverei metade dos meus problemas.
- Voltarei a me dedicar a minha religião e aos meus princípios cristãos.
- Não vou deixar que pessoas invejosas atrapalhem meu bom humor profissional.
- Vou voltar pra terapia.
- Vou mandar a ansiedade e a insegurança “pros quintos dos infernos”.
E tenho dito!
Escrito por Deise Warken às 11h25
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Seguindo a onda do Dr. Jivago, uma homenagem ao grande amigo Rubens Marchi Filho:
ENVELHEÇO NA CIDADE – IRA!
(Edgard Scandurra) - 1986
Mais um ano que se passa, mais um ano sem você,
Já não tenho a mesma idade, envelheço na cidade.
Essa vida é jogo rápido, para mim ou pra você,
Mais um ano que se passa, eu não sei o que fazer.
Juventude se abraça, se une pra esquecer,
Um feliz aniversário, para mim ou pra você...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Meus amigos, minha rua, as garotas da minha rua,
Não sinto, não os tenho, mais um ano sem você!
As garotas desfilando, os rapazes a beber,
Já não tenho a mesma idade, não pertenço a ninguém!
Juventude se abraça, se une pra esquecer,
Um feliz aniversário, para mim ou pra você...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário! Lalalalalalalalalalalalalalaaa!
Juventude se abraça, se une pra esquecer,
Um feliz aniversário, para mim ou pra você...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade...
Feliz aniversário - envelheço na cidade!
Escrito por Deise Warken às 10h22
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A LENDA
O dicionário diz que Lenda é uma narrativa em que fatos históricos são deformados pela imaginação popular ou pela invenção poética.
Muitos acontecimentos e pessoas reais tornam-se lendas.
Tenho um amigo, que aprendi a gostar muito aqui em Cascavel, que pra mim é uma lenda. Suas histórias, suas fitas de vídeo antigas, seu bom papo, seu bom humor, até seu mau humor são lendários, com certeza minha vida em Cascavel não seria a mesma sem conhecer essa Lenda.
Gostaria de poder entrelaçar as palavras da maneira correta e poética para homenageá-lo hoje, mas não sou tão boa nisso.
Depois de abandonar a faculdade quando jovem, construir uma família, ele voltou à sala de aula e hoje cola grau em Jornalismo, poucas pessoas graduam-se em uma profissão, na qual já são mestres. Ele é uma dessas poucas pessoas. Apesar dele insistir em dizer que não há razões para comemorar formatura nessa altura da vida, eu insisto em parabenizá-lo por estar hoje recebendo seu diploma formalmente, já que a vida já se encarregou de diploma-lo jornalista, faço questão de participar desse momento para dizer-lhe que em qualquer altura da vida é possível se aperfeiçoar, buscar e alcançar novas conquistas.
Parabéns Luiz Sonda! Você ainda tem muitos anos de sucesso pra viver!
Escrito por Deise Warken às 10h50
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Sentimentos, Recordações, Sonhos.
Ontem fui assistir ao filme Simplesmente Amor, e, como não poderia deixar de ser me emocionei e novamente desejei viver uma história de amor, com direito a surpresas, flores, declarações e provas verdadeiras de amor.
Fiquei pensando na palavra sentimento, e em tudo que ela representa. Fiquei pensando em como é bom viver sentimentos e emoções intensas, em como eu adoro me emocionar e, o super ego deixou o id agir, e eu não me arrependi.
Cheguei em casa, e buscando um pouco mais de emoção, coloquei meu toca vinil pra funcionar e, enquanto ouvia Marisa Monte e Chico Buarque (um de cada vez), revirei meu baú de recordações.
Sempre ouvi críticas por guardar tanto papel, mas não ligo, me faz um bem danado olhar os meus papéis e relembrar o que cada um deles representa, lembrar de tanta coisa boa e de tanta coisa triste, mas sem dor, apenas com emoção.
Encontrei muita coisa que há tempo eu não via:
- Uma correspondência de uma empresa que vende minhocas, de quando eu e meu pai queríamos montar o minhocário.
- Uma petição assinada pelos meus pais e endereçada aos meus amigos, que foi sorrateiramente distribuída pelo meu pai na minha festa de 21 anos, que tirava uma onda por eu estar me tornando maior.
- O discurso feito por um amigo da família no dia que meu pai foi enterrado.
- A mensagem que fiz ao final do culto da minha formatura.
- Cartas de amor, que não são poucas, escritas pelo meu ex-namorado da época da faculdade. Até o modelo de vestido de noiva que pretendia usar quando casasse com ele.
Os anos passam, os namorados se vão, outros chegam, alguns papéis são jogados fora, outros começam a ser guardados, alguns sonhos são realizados, outros apenas sonhados, novos sonhos nascem, e a vida continua, impulsionada pelas recordações dos momentos que se passaram e pela esperança de continuar sendo feliz.
Escrito por Deise Warken às 08h22
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Tchau Melancolia!
O texto abaixo foi minha primeira publicação no Filósofos, em outubro do ano passado.
06/10/03 – 00h30min – Melancolia
Sempre odiei segundas feiras. Hoje não odeio mais. Não porque as segundas se tornaram melhores, mas sim porque os domingos se tornaram infinitamente piores. Então, hoje odeio os domingos. Hoje meus domingos são vazios, tristes, são o ápice da solidão. Não tem mais almoço de família, encontros com os amigos, passeio na cachoeira, namoro no sofá, na cama, nem namoro tem, até as missas de domingo estão sendo deixadas de lado. Os piores domingos são os que vêm depois de sextas e sábados repletos de badalações, festas animadas, com muita bebida, cigarro, música e gente, muita gente, mas que ao final acabam sendo vazias e são vazias porque a insatisfação está dentro do peito. Então, restam domingos tristes, com muita ressaca. Ressaca de álcool. Ressaca de tabaco. E o pior, a ressaca moral, te punindo porque você não fez nada produtivo ontem, porque a felicidade era falsa e porque a dor de cabeça hoje não te deixa fazer nada. Mas a culpa toda não é das segundas ou dos domingos, a culpa toda é minha que investi todas as minhas moedas num jarro só e o jarro quebrou, e as moedas se foram e transfiro o ódio das minhas escolhas insensatas, da minha dependência, para a solidão do domingo, e não faço nada pra ter um domingo feliz. Estou tentando ficar inteira, consciente, reunir minhas moedas e investir em todas as áreas da minha vida e não em uma só. O caminho é árduo e lento, exige coragem pra me encontrar, descobrir quem eu realmente sou, o que eu realmente sinto, para que eu possa me amar, voltar a amar, não só os domingos, mas cada dia da semana, cada dia da minha vida!
Rapaz! O que são quatro meses na vida de uma pessoa!
Aliás, quatro meses, sendo que vinte dias foram de praia! Maravilha!
Tempo suficiente pra superar a dor, pra reunir as moedas, pra descobrir o valor dos jarros, pra encontrar jarros novos, pra reformar jarros antigos...
Realmente o caminho foi árduo, felizmente não tão lento como eu imaginava.
Hoje voltei a amar! Voltei a me amar! Voltei a amar os domingos, as segundas, cada dia da semana, cada dia da minha vida.
Nem todos os problemas foram embora, mas estou aprendendo supera-los sendo feliz, valorizando cada momento de felicidade, cada momento de aprendizado.
Quem me conhece já está cansado de ouvir, o que não me canso de repetir desde que o ano começou: 2004 é o meu ano, vou ser feliz independente de qualquer coisa.
Ainda resta uma certa intranqüilidade, uma certa ansiedade, uma certa expectativa, mas nada comparável ao que passou, tudo está mais fácil, eu estou mais livre, mais madura, mais segura para encarar a o mundo, para viver a vida, com seus desafios, alegrias e dissabores!
Escrito por Deise Warken às 15h21
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Domingo Preguiçoso
Como é bom Baile de Formatura! Nossa! Fazia tempo que eu não me divertia tanto.
A hora passou voando, quando me dei conta a banda parou de tocar, as luzes se acenderam, o sol começou a nascer e a gente lá na maior animação, achando que a noite só estava começando. Que delícia.
Lembrei muito do meu baile de formatura e de como me diverti e, lógico, que veio aquela vontade louca de novo de fazer a sonhada faculdade de jornalismo e ter outro baile de formatura.
A ressaca de domingo nem incomoda. Muito bom curtir a ressaca lembrando da festa, estirada no sofá, só curtindo a preguiça... Ai! Ai!
Escrito por Deise Warken às 17h55
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